Confins do Universo 012 – O polêmico Batman vs. Superman

Por Samir Naliato
Data: 30 março, 2016

Após quase três anos de muita expectativa e polêmicas, Batman vs. Superman – A origem da justiça finalmente estreou nos cinemas de todo o mundo. E dividiu opiniões! Neste episódio do podcast, no qual debatemos o filme, aconteceu o mesmo.

O diretor Zack Snyder é perseguido pela crítica? Quais os acertos e erros da produção? Como ela influenciará as futuras adaptações cinematográficas da DC Comics? A aventura é baseada em quais quadrinhos dos personagens? Como Ben Affleck se saiu ao encarnar esta nova versão do Batman? O que achamos da estreia da Mulher-Maravilha nas telas de cinema?

E descubra – ou não – qual a opinião do Superman sobre… o Superman!

ATENÇÃO: o debate está repleto de spoilers do filme. Esteja avisado!

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Participantes

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Comentado neste programa

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Edição e Sonorização

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Narração de abertura e encerramento

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão – Twitter – Facebook – Site Oficial

Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • Marcelo Naranjo

    Primeirão! ;-)
    Seguinte: eu SEI que nas HQs a Caixa Materna faz “PING” com “P”, ok?
    Eu falo DING no podcast porque é assim que foi legendado no filme, com a letra “D” ;-)))

  • silas.

    “Eu acho que tão dando muito combustível pra alguém que não é tudo que ele acha que é.”

    Fato. Não tenho raiva do Snyder, mas é o que me incomoda. “VISIONÁRIO”? Para, pô.

  • Rafael Monteiro de Castro

    Eu curti o filme, apesar de concordar com alguns dos problemas apontados. O Lex Luthor Coringa foi o que mais me incomodou. E concordo que o fã curte mais que quem não é leitor de quadrinhos. Eu que li Crise gostei da cena do Flash. Quem não leu não faz a menor ideia do que tá acontecendo. Abraço, Confins!

    • Sidney Gusman

      Obrigado pela audiência, Rafael! Abraço

  • Gabriel Andrade

    Amei, já é um dos meus preferidos podcasts, obrigado por fazer parte dos meus dias enquanto desenho páginas e páginas de hq. Abração!!
    Ah eu gostei pra caramba do filme.

    • Sidney Gusman

      Valeu, Gabriel!

  • SirVinnie

    Não conhecia, vou ouvir :)

    • Samir Naliato

      Seja bem-vindo, espero que curta! Já aproveito e convido você para ouvir os episódios anteriores também!

  • Foi um prazer editar esse podcast não só pela qualidade, como pelo embasamento de todos os integrantes. É bem difícil nessa geração de que ou é “mito” ou é “lixo” encontrar realmente quem está disposto a dissecar e analisar pontos sem cair pra um lado ou pra outro.

    • Sidney Gusman

      Obrigado, Andrei! Pelas palavras e pela edição. Ficou show!

  • Marco Linares

    Eu gostei demais do filme. Já assisti duas vezes e discordo da maioria das críticas, mas concordo que na sequência do Apocalipse me incomodei muito com o excesso de energia no combate, mas que a Mulher Maravilha está ESPETACULAR, vocês não podem negar, Apesar de discordar das críticas, foi mais um excelente episódio. Vocês estão de parabéns!!!

    • Sidney Gusman

      Valeu pelo retorno, Marco. Divergir com educação e sem mimimi é o melhor caminho. Abraço

  • Moroni Machado

    Achei que o ding era dos sinos da crise final, viajei

  • Dimas Mützenberg

    Ótimas críticas do filme. Saí do cinema com os mesmos sentimentos que a maioria das opiniões do Confins. Mas o que me incomodou mais mesmo foram os furos e saídas preguiçosas do roteiro. Algumas considerações minhas com SPOILERS:

    1 – Aquele fim da luta entre os dois foi epicamente brochante. Depois deles praticamente se matarem, o Super-Homem chama o nome da mãe e eles ficam os maiores amigões? Qué isso? Tinha que ter rolado algo mais gradual. Pois depois de duas horas que eles usam pra passar para o espectador o antagonismo crescente entre os dois, precisaríamos um pouco mais de tempo para sentir, junto com os personagens, a afinidade crescer entre eles.

    2 – Depois eles passam pra um terceiro ato com tanta luz, fogo e CGI que ficou tão confuso que me remeteu ao final do filme do Spawn.

    3 – As piadas achei fora do tom do filme. Tudo muito “sério e sombrio” e já perto do fim do filme lançam apenas duas piadas soltas (a da capa e a de com quem a MM está).

    4 – Vou com a unanimidade: O Lex Luthor tá mais pra Coringa.

    5 – Zack Snyder banalizou a relação que os heróis têm com a vida humana. Primeiro o Super-Homem, que não tem nenhum remorso do que fez no primeiro filme. O que houve no fim de Homem de Aço foi um 11 de setembro vezes cem e ele não tá nem aí. A destruição é mostrada como um monte de concreto estilhaçado mas sem focar nas vidas que se perderam alí. Mesma coisa pro fato de que o Batman sai matando todo mundo sem nenhum pudor.

    6 – Christopher Nolan (que ainda está na produção) e Snyder vivem bradando aos 4 ventos que cenas pós-créditos é coisa de filme menor e que o universo cinematográfico da DC é de um nível acima. No entanto o que são aqueles vídeos da liga e o “sonho” do Batman senão cenas pós-créditos disfarçadas dentro do filme? Pra a gente que conhece os gibis ou mesmo pra quem tá sempre antenado nos bastidores das produções faz muito sentido. Já o espectador casual que foi assistir o filme deve sair se perguntado “e que porra foi aquilo no meio do filme?”

    7 – Enfim, os trailers. Vi muita gente dizendo que os trailers não tinha entregado nada do filme. Como não? Fora a morte do Super, tava tudo lá. Todas as cenas de impacto eu já tinha visto, o que talvez serviu pra sair mais desanimado ainda do cinema. Acredito que se algumas coisas tivessem sido guardadas, a reação geral teria sido bem diferente.

    8 – Ponto positivo: As cenas isoladas são muito foda. O embate dos heróis, os diálogos copiados de HQs clássicas, a Mulher Maravilha, a união da trindade… Curti muito. A questão do tom sombrio também não me incomodou. Afinal é mais uma visão de uma história que está sempre sendo recontada.

    Enfim, esse é meu sentimento com esse filme. Nota 3. Ah, e quanto a esse argumento de que quem não gostou do filme é porque não entendeu ou porque não conhece os gibis, é tão preguiçoso quanto as saídas fáceis do roteiro de BvS rsrs. Abraço a todos e parabéns por mais esse episódio.

    • Sidney Gusman

      Valeu demais, Dimas. E o mimimi de “não entendeu o roteiro” ou “não é fã de quadrinhos”, não tem outra forma de encarar: é coisa de fanboy. Abraço

  • Hummer

    um filme que começa com 2 flashbacks…..enfim…

    • Henrique Valle

      O “Flashback” do Bruce em Metrópolis é extremamente necessário, para justificar porque o Batman é tão veemente contra o Superman no começo.
      Agora, mostrar a morte dos pais pela 4ª* (e 5ª, e 6ª) vez foi bem idiota.

      *As que eu me lembro de ter visto: Batman do Tim Burton, Batman Begins e na adaptação de “Para o Homem que Tem tudo” no desenho da Liga. Tenho certeza que Gotham fez uma versão também.

  • Jones Alves

    Adorei o podcast, refletiu as mesmas impressões que tive ao ver o filme, mas não credito toda a culpa no diretor, visto que há um estúdio por trás dele, injetando dinheiro, querendo ver lucros. Também acho que a aparição do Flash, não deveria ter sido um sonho, mas sim, uma aparição mesmo, meio que atormentando o Batman.
    Obs: Alguém mais percebeu a referência ao Lanterna Verde? kkkk

    • Sidney Gusman

      O Salem fala da pressão do estúdio, Jonas. Valeu pela audiência.

      Abraço

  • Livra Zoom

    Podcast muito bom e pelo que andei lendo nos comentários, a discussão aqui é de outro nível. Nada de baixarias e ofensas, o que prova que é possível discordar com civilidade. Estão de parabéns todos os participantes.

    • Sidney Gusman

      Essa é a ideia. Mimimi não cabe aqui. Valeu pela audiência. Abraço

      • Fernando Leal

        O único site em que me arrisco comentar.
        É um site estranho, vamos mantê-lo assim!!!

  • Johann Marston Bach

    Ouvirei.

  • Ótimo podcast, abordaram bem as criticas, apesar de algumas que citaram ficou mais como furo por falta de atenção em si. A minha maior critica foi do superman ter pouquíssimas falas, ainda mais prum filme tão longo, uma pena terem desperdiçado a chance de um ótimo discurso, deviam aprender mais com o Magneto.

    Mas uma coisa no podcast que me incomoda são essas pausas como se fossem de comercial, parece que ces fazem o programa pra uma rádio ja pensando nos comerciais, issoo quebra muito o ritmo, deviam dar mais zelo pela edição nesse ponto.

    • Sidney Gusman

      A pausa é de menos de 30 segundos, e serve apenas para não deixar os blocos tão longos.

    • Descobrimos o problema. Aparentemente a sonorização não funcionava se o podcast fosse baixado em dispositivos móveis. Isso foi corrigido e está normal, se você quiser, pode baixar novamente! Nos episódios anteriores tudo estava normal.

  • Outro que merece nota é que a cena do batman no quinto mundo não era um mero sonho, mas um transporte da consciência dele prum futuro alternativo onde a Martha morre e o superman enlouquece e se alia ao Darkseid.
    Deu pra notar isso pq antes dessa epifania ele ouve o som de uma caixa materna, e fica mais evidente ainda quando flash surge. Na certa isso aconteceu por causa da tentativa de se comunicar do Flash, fazendo esse implante nas memorias do Bruce.

  • Alessandro Souza

    Podcast excelente. Discutiram os pontos positivos e negativos do filme sem aquele clima estúpido de fla-flu.

    • Sidney Gusman

      Valeu, Alessandro.

  • Gustavo Campos

    E o Batman usar armas e queimar os bandidos como se fossem gado? Isso foi outra coisa que me incomodou demais!

    • Sidney Gusman

      A mim também, Gustavo. Mas relevei por ser um Batman já veterano e sem saco pros bandidos, como em Cavaleiro das Trevas (a HQ).

      • Dickson Tavares

        Concordo contigo Sidney. Lembrei do Batman de Tim Burton, que na sequência com a Batnave ele usa um arsenal pesado contra o Coringa e seus capangas. Nesse aspecto o Batman do Ben Affleck me lembrou muito o de 89.

      • Helil Neves

        Pra mim isso foi um erro. O Batman de “Cavaleiro das Trevas” é um Batman de fim de estrada, que tinha voltado inclusive da aposentadoria. Daí esse saco cheio que você mencionou, Sidney.

        O filme acabou de nos apresentar ao personagem. Colocar apenas no enredo que o Batman é um vigilante veterano ao invés da gente ter acompanhado isso é um erro de linguagem. No cinema, prefira sempre encenar, em vez de contar. (Acho que podemos aplicar a mesma regra aos quadrinhos).

        Uma briga feia entre os dois (e não estou nem falando de uma nos moldes de “Cavaleiro das Trevas”) deveria ser tema de um quarto ou quinto filme no mínimo. Começar já assim, com “Cavaleiro das Trevas” e “A Morte do Super-homem”, foi queimar munição de temas que são, francamente, para personagens que já tem um background consolidado (coisa que o Super do Cavill não tem até agora, e que o Batman não poderia mesmo ter, já que é o primeiro filme dele).

  • Ian Margalhon

    Excelente podcast. Eu tenho sentimentos mistos com relação ao filme, sou do grupo que não gostou de Man of Steel e confesso que já fui querendo não gostar de BvS. No entanto sai com um sentimento positivo de que esse universo tem potencial para surgir coisas boas, o filme tem muitas falhas com cenas confusas e mal editada. Eu fui com um grupo de amigos que não leem quadrinhos e todos acharam confuso a questão dos sonhos do Bruce, acho que o problema desse filme é que queriam fazer tudo ao mesmo tempo e isso tirou bastante do potencial da história que estava sendo vendida, que era o embate entre Superman e Batman. Sinceramente, não senti nada com o final de BvS e até concordo com o que o Kevin Smith disse sobre esse filme, que faltou coração nesse Superman, o personagem mal fala no filme e não dá espaço para você sentir empatia pelo mesmo. Enfim. Torço para que os próximos me surpreenda, embora não esteja muito entusiasmado com o Esquadrão Suicida.

    PS: A Gal Gadot estava incrível de Mulher-Maravilha.

  • Dimas Mützenberg

    Eita. Lembrei de outra coisa imperdoável. A sala do servidor do Luthor com todos os seus dados secretos fica na frente da cozinha?

  • Leonardo

    Muito bom! Melhor análise do filme que tem por aí. É sempre muito enriquecedor e divertido ouvir vcs. Também detesto esse Superman “cinza” do filme. Abs!

    • Sidney Gusman

      Leonardo, valeu pela audiência. Abraço

  • Valdir

    Pessoal, desde o primeiro podcast que ouvi, fiquei fã da turma. E sou obrigado a confessar que gosto muito de spoiler. Assistirei ao filme no próximo sábado, mas agora já vou com uma boa noção do que verei. O negócio é separar as opiniões dos amigos para que não influenciem a minha, mas as dicas são válidas e ajudam a não perdermos detalhes importantes.

    • Sidney Gusman

      Valeu, Valdir!

      • Valdir

        Sidão, Samir, Naranjo e Sérgio, por favor, vejam se podem me responder uma pergunta off topic: vi um vídeo do Alexandre Callari onde ele dá algumas dicas para guardamos nossas coleções. Segundo ele, as edições em capa dura ou capa cartão não precisam ser colocadas em sacos plásticos, mas as edições em capa mole sim. Como vocês são colecionadores bastante experientes, contem pra gente como vocês guardam suas HQ’s.

        • Samir Naliato

          Se você guarda edições de capa dura numa estante, à vista, o plástico não ficará esteticamente legal. Mas dependendo de onde você mora, pode ser bom embalar. Eu já tive problemas com capas que colaram, e estraga a edição.

          • Sidney Gusman

            Eu só uso plástico em revistas mensais e/ou minisséries. As que têm lombada deixo em estantes. Só que as minhas são protegidas por vidros. Abraço

          • Valdir

            Valeu, Sidão.

          • Valdir

            Obrigado, Samir.

  • Darko

    Acho que o que está ocorrendo é que, depois de 13 filmes da Marvel, entre 2008 e 2016 (Homem de Ferro 1, O incrível Hulk, Homem de Ferro 2, Thor, Capitão América I, Vingadores 1, Homem de Ferro 3, Thor 2, Capitão América 2, Guardiões da Galáxia, Vingadores 2, Homem-formiga, Capitão América: Guerra Civil), as pessoas estão muito acostumadas com a estética desses filmes. Quando chega um filme com uma proposta estética nova (como a trilogia nolan, ou watchmen), estranharam bastante. Falam de furos e problemas na narrativa. Mas quais São eles? São 2 visões estéticas diferentes. ótimo. Achei ambas legais (apesar de algumas ressalvas). Estranho é querer que tudo seja igual.

    • Sidney Gusman

      Darko, acho que você não entendeu bem o que dissemos. Eu adoro a trilogia do Nolan, por exemplo. Valeu pela audiência.

      • Darko

        Olá Sidney. O comentário não foi sobre o que vcs disseram, é mais sobre o que tenho observado no geral. A análise de vcs é, de longe, a melhor que vi. Acho que a crítica, de muitas pessoas, não é sobre a narrativa que foi entregue no filme, mas sobre o filme/roteiro que muitos críticos gostariam de fazer e que, obviamente, é diferente do filme feito. P.ex. vc apontaram vários pontos fracos, o que é ótimo. Mas, ao fim, na nota de 0 a 5, 3 pessoas deram 3,5 e 1 deu 0,5. Se na escala de 0 a 5, 5 é excelente, 4 é ótimo, 3 é bom, 2 é regular, e 1 e 0 seria ruim e péssimo, o filme, na média de vcs, está longe de ser a “bomba” como outros críticos, em outros blogs, já o definiram, sabe. No mais, agradeço pelo trabalho de vcs. Longa vida!!!

        • Sidney Gusman

          Valeu, Darko.

  • zonewar

    Vocês se incomodam por qualquer coisa, triste

  • SirVinnie

    Muito bacana o podcast, escutarei os outros programas e voltarei mais vezes. Legal a dinâmica entre o pessoal que tá mandando benzaço, num papo civilizado e ao mesmo tempo descontraído :)

    • Sidney Gusman

      Seja bem-vindo!

  • Sidney Gusman

    Valeu pela audiência, Daniel. Aqui é assim: mesmo que tenhamos opiniões distintas, a divergência é sempre com educação. Abraço

  • Washington

    Eu não me incomodo com as pessoas que não gostaram do filme e pegam qualquer detalhe e tentam denegrir ele. O que me incomoda é que em sua maioria são as mesmas pessoas que elogiaram demais a merd* que é os Vingadores : Era de Ultron, uma colcha de retalhos triste e descerebrada e não apontam o dedo em cada falha que tem o filme, que na minha opinião é muito pior e mais covarde que Batman v Superman.

  • Fernando Cabrobó

    Eu gostei do filme, mas, tenho que concordar com o maior problema do filme é o Zack Snyder. Se quer contar um filme mais “sério, eloquente e controverso”, tudo bem, mas tenta contar uma história simples que faça sentido, acho que no BVS o parecia que o Snyder queria emular o Nolan e o David Lynch.rs…

    Mas a cena da coincidência materna pode falaram que é cafona mas é minha favorita do filme. rs…

    No Justice League gods and monsters, tem mãos do Bruce Timm uma história simples com heróis controversos e é muito boa!

  • Washington

    Cara, quer coisa mais retardada/imbecil e que mostra a força da Disney do que a crítica de Star Wars – O Despertar da Força? O filme é uma cópia descarada do 1º filme de Star Wars, cheio de furos de roteiros e cenas dispensáveis, com personagens sem expressão e vai ver a avaliação da crítica, a maioria muito positiva. Por isso não levo a sério o que dizem.

    • Sidney Gusman

      Concordo quanto a ser uma “cópia” do episódio 4, mas nem por isso chamei ninguém de imbecil ou retardado…

  • Marcelo Naranjo

    Ambos de fato tem defeitos, mas eu me diverti nos dois. Adoro filmes de supers, até os mais “tranqueiras” – exceção foi o último quarteto, esse sim passou todos os limites possíveis da ruindade.

    • Sidney Gusman

      Exato. O ponto é: em BvS, não me diverti.

      • Darko

        Cara, conversando com um professor meu, ele me disse que ao ir ver o filme com a namorada, ela não havia gostado do filme porque faltava humor, enquanto que ele já foi sem essa expectativa de “se divertir”. logicamente, ver o filme foi uma diversão, mas ele disse que foi ver sem já sabendo que não iria dar risada. Na primeira vez que fui assistir, tbm fui pensando que iria ter humor e não gostei do que vi. Na segunda, já achei melhor.

  • TOLSTOI MAIOR QUE DOSTOIEVSKI

    Parabéns, o podcast está cada vez melhor. Boas argumentações e debates, abraços a todos ( Sim, meu Nick é por causa do mdm, mas aqui eu sou civilizado)

    • Sidney Gusman

      Hahaha. Valeu! Abraço

  • Sidney Gusman

    É que são pausas diferentes, mesmo.

  • Jotape Ferreira

    Uma coisa que acho que prejudicou o filme é que no meio do desenvolvimento dele decidiram que ele iria dar o pontapé do universo cinematográfico da DC.

  • Heitor Pitombo

    E aí, camaradas? Maneiro demais o podcast, tenho ouvido quando posso e sempre curto o clima da conversa. Continuem mandando bem. Uma coisa que não foi falada e que me incomodou demais em BvS foi o fato de um Batman maduro, mais que rodado, cair na esparrela de um Luthor jovem, imaturo e afetado… Uma idiotice do roteiro encampada pela direção tosca do Snyder. E antes que eu me esqueça: eu mesmo traduzi Gerações 1 e 2 para a Opera, que saíram em minisséries de quatro números cada. Gerações 3 saiu pela Mythos posteriormente, dividida em dois volumes. Bração pra todos.

    • Marcelo Naranjo

      Grande Heitor,
      Adoro esse material!
      :-)

      • Heitor Pitombo

        Eu também!
        Bração!

  • Rogério Fernandes

    Vi o filme e não achei péssimo, ruim, mas não péssimo. Mas fiquei com a impressão que o Zack pensava em Miracleman e não no Superman. Ele leu todos os gibis, mas não entendeu nenhum.

  • Ricardo Caldeira

    Assisti ao filme.Ele não chega a ser uma bomba,mas também não é uma obra-prima,talvez por causa dos vários escorregões:
    – Jesse Eissenberg foi muito elogiado pela revista Veja.Eu fiquei incomodado pelo fato dele ser jovem demais pro papel.Parece mais um garotão universitário récem-formado casa dos 20 do que a versão nas HQs onde é mais velho,talvez lá pros 40.Também ficou esquisito ver o Luthor se comportando como um ex-interno do Asilo Arkham,além de exibir uma vasta cabeleira,que só é raspada no final.Será que havia um surto de piolhos na prisão?
    – Super Homem sempre foi marcado pelo seu bom comportamento e respeito as regras,a ponto do Guy Garder zoar com ele,chamando-o de “super escoteiro.” No entanto,quando explode a bomba no Capitólio,o Homem de Aço não fica para ajudar na remoção dos escombros e o resgate dos sobreviventes .Apenas some!O seu alter-ego nos quadrinhos nunca agiria assim!
    – Gal Gadot é bonita,mas literalmente não tem peito pra ser uma boa Mulher Maravilha.Bem a computação gráfica podia ter dado uma ajuda,né?
    Agora que já falei do filme,quero fazer um crítica a vocês do Podcast:Enquanto todos falam,só aparece um quadro branco com as suas vozes em off.Será que não podiam mostrar o debate,intercalado com imagens relacionadas ao tópico que está sendo discutido?Webcams não são tão caras assim!Ou será que vocês são ainda mais sovinas do que eu estou imaginando?

    • Não entendi muito bom a sua dúvida. Podcast não tem imagens, é apenas áudio. Caso contrário, seria vídeo.

  • Dickson Tavares

    Parabéns mais uma vez pelo podcast!!! Assisti duas vezes ao filme e concordo com as impressões de vocês. Gostei do filme, mas fiquei com a sensação estranha de decepção diante de toda a grande expectativa. Algo que ao ouvir o podcast vcs colocaram bem: não é um filme no sentido da linguagem e narrativa cinematográfica, mas uma grande colagem de forma confusa com uma pretensão equivocada de ser literalmente uma HQ no cinema. No mais, é torcer para que os erros sejam corrigidos nos próximos filmes.

  • Muito legal esse podcast. Acho que caio mais ou menos na mesma área que o Sidão; não acho que o filme é essa merda toda que a crítica tá vendendo, mas do ponto de vista da DC com a qual cresci, não vi quase nada ali (de “alma”, eu quero dizer). =/

  • sapobrothers

    Minha maior frustração em relação ao filme (que eu gostei bastante – tanto quanto gostei do Homem de Aço) também está com 3 problemas (dois deles, culpa dos trailers). Segue spoilers:
    O primeiro: Entregar a “piada” da Mulher Maravilha (ela está com você). É a única quebra de tensão na sequência e eu ali esperando o que eu já sabia que seria dito.
    O segundo, e este é O MESMO problema que aconteceu em Vingadores: A Era de Ultron: A cena do Batman preso e o Superman chegando sendo reverenciado estava no trailer. Assim como em Vingadores, o Tony Stark vendo todo mundo morto no meteoro. Aí chega no filme e a cena é “premonição/sonho”. Isso é MUITO trapaça. Se já é ruim do ponto de vista da condução narrativa, muito pior é ser algo que é um “chamariz” pra história e, chegar lá, não existe.
    O terceiro problema, e isso pra mim é a mesma coisa que acometeu o Homem de Aço: Coincidências desnecessárias. No primeiro filme, do nada, os kriptonianos pedem que a Lois Lane se junte a eles na nave, sem nenhum motivo aparente. Bem, ela ESTAVA NA NAVE enterrada que o Superman ativou e que alertou o general Zod da presença dele na Terra, certo? Ela poderia ter encostado em qualquer coisa ali que leu o código genético dela e pronto, taí um motivo pra levarem ela junto do Superman no primeiro filme. 3 segundos de cena e não ficava aquele desconforto. Neste filme, o mesmo princípio: Se o Batman age em Gotham HÁ VINTE ANOS, a resposta perfeita do Perry White para o Clark insistir na matéria era: Você é novo aqui, rapaz. Isso é notícia velha, ninguém liga mais. Afinal, é Gotham – ou qualquer coisa do gênero. Assim como UM JORNALISTA não saber quem é o Bruce Wayne! Ainda mais se supostamente escrevem tudo sobre o Super Homem, não é de se duvidar que o planeta diário COBRIU OS PREJUÍZOS de Gotham e o prédio financeiro da Wayne Inc estaria em algum lugar das notícias…

    De resto, a sessão que eu estava VEIO ABAIXO quando a Mulher Maravilha entra com a trilha própria. Bom demais! Que venha “a primeira vingadora” dela e que seja pelo menos tão legal quanto o primeiro Capitão América!

    • O Primeiro e o Maior

      Olha as cenas de sonho ou premonição em ambas as obras que vc cita, Ultron e BvS são diferentes. E houve trapaça apenas na cena do filme da Disney, porque sobre as premonições em BvS antes mesmo da estreia do filme, no momento em que esse trailer que mostra as premonições saiu, os comentários nos sites já mostravam que todos sabiam que era um sonho. Pela cor, pelo tom enfim, não houve trapaça aí. E a maioria do público logo entendeu o que eram: adiantamentos para o filme da Liga. A cena do Flash “Eu cheguei antes” ajudou a montar esse quebra-cabeça.

      No caso de Ultron a coisa foi bem diferente. O trailer entregava uma coisa que no filme não era bem assim. São diferentes.

      E quanto à “primeira vingadora”, rapaz na paz! mas basta de querer comparar com o UCM. Mesmo que tenha sido uma “brincadeira” da sua parte.

  • Amalio Damas

    Senhores esses podcasts são simplesmente magníficos. Grande abraço!

  • O Primeiro e o Maior

    Hmmm…
    Vendo os comentários abaixo,os elogios à imparcialidade dos integrantes do podcast e tals…
    eu amei BvS…
    … e assisti esse podcast apenas por masoquismo, avalio assim…

  • Antonio Medeiros

    Sou muito fã e não gostei nada do filme. Não sou daqueles que exige fidelidade total aos quadrinhos mas concordo com o Sidney Gusman que o filme destruiu a essência dos principais personagens (Superman, Batman e Lex Luthor). O Zack Snyder (e principalmente os produtores da Warner) parecem simplesmente não conhecer o produto que eles têm nas mãos.
    O caso mais grave na minha visão é o Superman. Os erros com esse personagem começaram lá atrás em Man of Steel (que também não gostei). Durante todo aquele filme o Jonathan Kent (o pior personagem do universo DC nos cinemas até agora) martela na cabeça do Clark a noção de que ser um herói é um fardo (o que não combina nada com o Superman) e que ele deveria esconder seus poderes a qualquer custo, culminando na cena mais inacreditavelmente ofensiva que o cinema já produziu aos fãs do personagem: o Superman, mesmo podendo facilmente salvar a vida de seu pai, deixa ele morrer para evitar que as outras pessoas descubram seus poderes. Não consigo imaginar nada mais descaracterizador do personagem que essa cena, o Superman se recusando a salvar a pessoa mais importante da vida dele por um motivo tão egoísta como tentar esconder sua identidade para evitar ser um excluído na sociedade onde vive. Lembro que quase me levantei e saí do cinema de tão ofensiva que considerei essa cena. A completa despreocupação com as pessoas comuns de Metrópolis na luta contra o Zod também me incomodou, mas a cena da morte do pai Kent foi imperdoável e, na minha visão, o conceito (equivocado e ofensivo à essência do personagem) de fardo de ser herói começou ali e contaminou toda a (péssima) caracterização do Superman ao longo dos dois filmes.
    Muita gente elogiou a nova versão do Batman, mas acho muito difícil defender essa versão completamente homicida do personagem. Como pensar nesse Batman como herói e provavelmente o líder da futura Liga da Justiça? Nem o Batman do Cavaleiro das Trevas é assim.
    O roteiro do filme também possui furos demais para ser considerado um filme ao menos razoável. E o fato de a Warner escolher o caminho de filmes de super-heróis “realistas” apenas piora a análise. Em um filme que não se leva tão a sério é mais fácil relevar certos furos no roteiro, mas em filme que se propõe a ser “profundo” e “realista” saídas do roteiro como a resolução do conflito Superman e Batman são imperdoáveis.
    Acho que o fato de que nenhum autor na história dos quadrinhos ter explorado de alguma forma o fato de as mães dos personagens terem o mesmo nome é porque simplesmente é uma ideia ruim. Essa ideia fica ainda mais inverossímil considerando o Batman homicida que eles caracterizaram no filme.
    Muitos fãs do filme tem defendido que, na realidade, não foi simplesmente a coincidência de nomes que fez com que o Batman deixasse de matar o Superman no fim da batalha (e abruptamente se tornasse seu aliado e jurasse salvar sua mãe). Segundo esses defensores do filme, a cena na realidade mostra que no momento em que o Batman descobre que o Superman possui uma mãe, isso teria feito com que o Batman percebesse que o Super não era simplesmente um alienígena, um monstro como ele estava pensando e que por isso o Batman resolveu desistir da ideia de matar o Superman.
    Mas isso só faria um mínimo de sentido se o filme não tivesse escolhido representar um Batman homicida que (ao contrário da essência do personagem) não tem qualquer respeito pela vida humana. O fato desse Batman perceber que o Superman teria humanidade não deveria fazer nenhuma diferença para ele. Ora, os criminosos de Gotham são humanos, ele têm mães também e isso não impediu que esse Batman explodisse, empalasse e trucidasse vários deles ao longo do filme. Ou seja, aparentemente esse Batman deixou de considerar o Superman seu inimigo e uma ameça para o planeta só porque descobriu que eles possuem a mesma mãe. Enfim, apenas uma das várias péssimas saídas do roteiro desse filme.
    Uma pena. Um grande desperdício para o primeiro encontro desses personagens no cinema e um prenúncio muito ruim para o filme da Liga da Justiça, que até o momento será dirigido também pelo péssimo Zack Snyder.

  • camatari

    Tem fan service, tem referências, tem porradaria, tem salpicos de humor, tem câmera lenta, tem introdução da Liga, tem meia dúzia de arcos dos quadrinhos. Só faltou ter um filme…

    Os Talifãs Dchiitas poderiam se acalmar… é visível como o estúdio interferiu no roteiro e corte final do filme, a fim de promover o mais rápido lançamento que não coincidisse com outro lançamento Marvel. Houve bilheteria suficiente para o universo cinematográfico DC continuar e como já reportado pelo UHQ, Ben Affleck vai fazer um novo Batman (100% dele?).

    Foi uma bela análise de um filme que poderia ser dividido em três. Bola fora da Warner queimar arcos tão emblemáticos em duas horas e meia clipes para web.

    E quem não continuou ao final do filme, a fala do Lê-Léx Luthor com um: Ding ding ding ding, Planet Hempá!?

    Abraços e parabéns por mais um ótimo episódio!

  • Excelente cast. Parabéns!

  • Dcnauta Marvete

    O app do Iphone nunca me permitiu baixar este podcast. Sou fã do UHQ e do Confins do Universo (vcs já notaram que não dá para abreviar direito o título do podcast, né?), mas o defeito do celular me fez perder o timing, pois só ouvirei agora, pelo PC, já que estou de férias. Valeu, pessoal!

  • Pessoa

    Estou de saco cheio deste endeusamento do Kevin Feige. Tem muito fã Feige e da Marvel que nem ligam pro nome dos diretores. Este lance de fãs de empresas (Disney, Marvel, Facebook, Google etc) é um fenômeno bem atual. O 1984 real é bem mais assustador do que o imaginado por George Orwell.
    Tem um mimimi de que os filmes da Marvel são light e da DC dark mas o pessoal não entende bem o sentido destas palavras. Leves e deliciosos são os filmes da Pixar da década passada, os filmes da Marvel são frívolos. Quando assisto estes filmes sinto uma sensação de vazio, quando assisto os filmes da Pixar me sinto enlevado.
    Achei Batman V Superman um filme sério e não dark. Dark são filmes como Sweeney Todd ou Oldboy, que são ótimos. O problema de BvS não é ele ser sério, o problema é que quiseram colocar muita coisa no filme e faltou um eixo, uma abordagem mais coesa. O filme não é bom, mas já vi coisa pior da Marvel que foi elogiada.
    Esta rivalidade Marvel X DC é um tédio, isto é algo que existe nos quadrinhos e estão transportado pro cinema. Na real, o verdadeiro conflito que existe no cinema é entre os modelos da Marvel e da Pixar.
    A Marvel criou um universo compartilhado que é um modelo que outros estúdios estão tentando copiar enquanto que a Pixar na década passada provou que é possível fazer sucesso com obras originais e populares. Então por que todos estão tentando copiar a Marvel e não a Pixar? Porque pra seguir os passos da Marvel talento e criatividade não são essenciais.