Confins do Universo 090 – Por Tutatis, Asterix!

Por Samir Naliato
Data: 13 novembro, 2019

Por Tutatis! Asterix, um dos mais emblemáticos quadrinhos europeus, está completando 60 anos de criação com a popularidade em alta!

Criados por René Goscinny e Albert Uderzo, Asterix, Obelix, Ideafix e toda a famosa aldeia de gauleses atravessaram décadas, se tornaram ícones culturais na França e venderam mais de 350 milhões de cópias em todo o mundo.

Neste episódio de Confins do Universo, batemos um papo sobre a rica trajetória da série, os bastidores da criação, principais álbuns, brigas judiciais, a chegada de novos autores, curiosidades e como ela transcendeu as páginas de quadrinhos e virou filmes, videogames, selos, moedas, estatuetas e toda espécie de produtos. Está esperando o quê? Pegue sua poção mágica e embarque com a gente nesta aventura!

E ainda: erros de gravação!

Confins do Universo 090 – Por Tutatis, Asterix!

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Participantes

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 Comentado neste programa

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Narração de abertura e encerramento

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão (versão 1) – Twitter – Facebook – Site Oficial
Vitor Cafaggi (versão 2) – Twitter – Facebook – Instagram

Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

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  • Andrecio

    PH !!! Sigam o canal Eurocomics no YouTube, muito bom!!!

  • Fabio Montenegro

    ouvi o podcast sobre Bonelli….passei a ler Tex e companhia….ouvi o podcast sobre Tintim, comprei tudo…..vou escutar o novo sobre Asterix, q eu nunca li, o que será q vai acontecer?????

    • Fernando Leal

      Não perde mais tempo então bróder, não irás te decepcionar.

    • Aster Yupio

      O que vai acontecer? Vai acontecer que você vai ter que esperar, Asterix está em um limbo editorial. As da record sumiram e as da Panini ainda não foram lançadas. Ou então comprar usado. Mas comece pelos primeiros. Os mais recentes não chegam aos pés. Obélix e Companhia vai ser sempre o melhor álbum.

      • Pedro Bouça

        É triste o Brasil estar sem Asterix, mas ainda deve ser fácil encontrar algumas edições em sebos.

  • Luciano Bugay

    Pessoal, nunca comentei por aqui. Mas me vi obrigado a criar um perfil no episódio de hoje.

    Asterix me faz relembrar demais minha infância. Aqui nos Confins de São José dos Pinhais/PR, mais precisamente na escola em que estudei entre a 2ª e a 4ª série, havia uma prateleira da biblioteca abarrotada com os encadernados do nosso herói Gaulês (Grand Vizir Iznogoud também) e curiosamente só eu os emprestava! Muito por indicações dos meus pais, mas foi somente no primeiro volume lido, a partir daí foi por escolha própria.

    Anos se passaram e nunca mais voltei para o título, porém no início do ano peguei uma promoção e comprei o primeiro volume. Ah e como envelheceu bem! Que felicidade poder reler isso 20 anos depois. Agora, estou montando minha coleção própria e espero deixar de legado para os meus 2 filhos!

    Grande abraço!

  • Gabriel Vaz

    Viva o Asterix!! ótimo programa.

  • Gabriel Vaz

    “O dia em que o álbum caiu na sua cabeça” Hahaha ri demais nessa parte, que loucura.

    • Pedro Bouça

      Não está muito longe da verdade…

  • Pedro Bouça

    O Codespoti tem a história de publicação ao contrário. Asterix saía pela Dargaud até a morte do Goscinny (a Dargaud continuou publicando os álbuns antigos até o final dos anos 90, quando Uderzo recuperou os direitos de publicação). Uderzo então brigou com a Dargaud e fundou a própria editora, Albert-René, que publicou todos os álbuns que ele fez sozinho.

    Quando recuperou os direitos de publicação dos álbuns antigos, Uderzo não os publicou em sua editora, que não tinha estrutura para publicar quase 30 álbuns de uma vez, então licenciou a publicação para a Hachette.

    Quando decidiu se aposentar, Uderzo vendeu a Albert-René (e os direitos de publicação) para a Hachette, que é quem os detém agora. Foi o que gerou o processo da filha do Uderzo.

    Matasetix vem da fábula do “Mata-Sete”, conhecida como O Alfaiate Valente. Aqui uma amostra:
    http://www.bibliolibras.com.br/wp-content/uploads/2017/02/O-alfaiate-valente.pdf

    Sobre a rivalidade entre franceses e belgas, fora o fato dos belgas serem os “portugueses” dos franceses (as piadas de português no Brasil são com os belgas na França), não há assim tanta rivalidade entre eles. O caso é que César escreveu explicitamente no seu Comentários sobre a Guerra Gálica que os belgas (no caso a tribo dos Belgae, chefiada pelo famoso Ambiorix), que deram muito trabalho a César, eram os “mais bravos dos gauleses”. Foi baseado nisso que o Goscinny baseou essa rivalidade na HQ, na vida real os belgas e franceses entendem-se razoavelmente bem.

    Havia na época sim uma fortíssima rivalidade entre franceses e belgas NOS QUADRINHOS. Os belgas haviam dominado o mercado francófono durante décadas até que a Pilote (e Asterix em particular) assumiram a liderança do mercado de quadrinhos, que hoje é dominado pelos próprios franceses, então nas HQs, na indústria de quadrinhos, essa rivalidade é bem mais significativa.

    Como curiosidade, não foram os gauleses que levaram o chá para a Inglaterra, foram… os portugueses! Os portugueses chegaram primeiro à Índia e trouxeram o chá de lá.

  • Eu lembro do Top TV, eu era adolescente e sempre corria pra casa do meu vizinho que tinha antena parabólica pra poder assistir, porquê nessa época no nosso bairro em Manaus não pegava o canal que passava o programa!!

  • Luiz Fernando

    PH, parabéns.
    Era muito fã do TOP TV.
    Excelente lembrança.

  • Fiquei muito surpreso que Asterix Legionário não apareceu nenhuma vez na lista de melhores álbuns na opinião dos participantes. Eu elenco este como o melhor álbum de quadrinhos ponto, sem nem especificar que seja de Asterix. Mas taí uma curiosidade pro nome original do QuadradeTênis.

    Eu fui apresentado ao personagem a primeira vez com 8 anos de idade, por um garoto que tentava me vender os álbuns mas, na ocasião, não os comprei.

    Anos mais tarde eu joguei o Asterix para Master System (o primeiro jogo – que posteriormente a TecToy relançou com alteração dos personagens pra ser o jogo da TV Colosso). O legal desse jogo é que você passava das fases duas vezes cada uma, jogando primeiro com o Asterix e depois com o Obelix (o design mudava um pouco para a versão com o Obelix depender mais de força bruta e a do Asterix ser mais de quebra-cabeças). Teve um segundo jogo, com mais poções mágicas pelo caminho.

    O Mega Drive também teve um jogo de Asterix pelo menos, e o Super Nintendo teve pelo menos dois, sendo um deles muito fiel as HQs (mas que eu nunca consegui terminar, ficando sempre na fase da Helvécia).

    Enfim, por conta do jogo do Master System eu fui atrás de conhecer mais do personagem e uma tia me emprestou um VHS com o filme “A Surpresa de César” – que junta os álbuns Asterix Legionário e Asterix Gladiador (aliás, O Golpe do Menir também junta dois álbuns: O Adivinho e O Combate dos Chefes). Os álbuns que foram adaptados mais literalmente pra animação são: Asterix o Gaulês, Asterix e Cleopátra e Asterix entre os Bretões. Asterix entre os Índios tem só a premissa parecida com “A Grande Travessia” e Asterix entre os Vikings pega elementos de Asterix entre os Normandos mas também deriva bastante.

    Somente a partir de ver os desenhos é que comecei a ir atrás dos álbuns até completar a coleção por sebos e afins (nem todos os álbuns eram fáceis de achar nas livrarias lá no final dos anos 90 e começo dos anos 2000).

    Ah, ainda sobre as animações, O Domínio dos Deuses já foi feito em animação 3D (que ficou muito bonita) e também “flerta” com o álbum de mesmo nome mas propõe alterações do roteiro.

    Sobre os álbuns que o Uderzo fez sozinho… Fica nítido que ele (com exceção do Filho de Asterix – que considero a melhor aventura de autoria dele) abusava demais dos poderes mágicos do Panoramix (ou de elementos mágicos em geral). Enquanto apenas no Domínio dos Deuses temos os recursos mágicos do Panoramix (para além da poção mágica) como elemento relevante na condução da história (o crescimento das árvores – que no final das contas nem interfere tanto assim na conclusão), em todos os do Uderzo tem um “excesso” de uso de magia ou elementos fantásticos – seja o tapete mágico das 1001 horas de Asterix, seja a poção que infla e encolhe os romanos nO Grande Fosso, seja revelar o que acontece se Obelix tomar da poção em A Galera de Obelix (de longe o pior álbum dele, pior até que o Céu Caiu na minha opinião, porque esse macula a própria história já estabelecida pros personagens).

    Os álbuns que “entregam” a idade do Asterix também estragam piadas da série (assim como o livro ilustrado “o dia que o Obelix caiu no caldeirão”, bem como o Latraviata que mostra os pais de Asterix e Obelix).

    Mas voltando a falar dos games, além dos já citados, há jogos para computador educacionais do Asterix e Obelix, alguns lançados naqueles CDs de bancas de jornais.

    E tem um livro sobre Asterix (que acho que nunca foi lançado no Brasil) que conta tanto a trajetória dos personagens como elenca diversas curiosidades, como quem já foi caricaturizado na série, referências etc.

    O site do Asterix também era uma grande enciclopédia sobre o personagem no final dos anos 90, onde tudo na internet tinha cara de feito por fã.

    • Pedro Bouça

      Legionário é meu favorito junto com Obelix e Companhia, outro que inacreditavelmente não apareceu nessas listas!

      Mas posso entender, porque o Asterix do Goscinny é tão bom que é difícil apontar qual é o melhor álbum. Se perguntar a dez pessoas, terá dez respostas diferentes…

      O desenho mais novo de Asterix, O Segredo da Poção Mágica, tem argumento totalmente inédito. É dos mesmos produtores d’O Domínio dos Deuses e muito bom!

      Agora, o meu álbum favorito do Uderzo é, de muito longe, A Odisseia de Asterix, que por sinal não tem nenhum elemento mágico (fora a poção mágica, óbvio).

      • A Odisseia de Asterix é o que revela que ia petróleo na poção, né? Que o Panoramix resolve trocar por álcool de beterraba… O Uderzo inseriu até um personagem em homenagem ao Goscinny de guia… Esse realmente é divertido também.

        • Pedro Bouça

          Esse mesmo!

  • Rogerio Araujo Ferreira

    Aproveitando o tema pra pedir a parte 2 do episódio sobre quadrinho europeu, convidem o PH pra gravar.

  • Yan Troisi Savoia

    Gostei muito desse episódio. Parabéns a todos pelo trabalho perfeito.