Confins do Universo 029 – Destaques de 2016

Por Samir Naliato
Data: 22 fevereiro, 2017

Saudações, querido(a) ouvinte! Chegou o primeiro episódio de Confins do Universo de 2017!

Qual maneira melhor de começar o novo ano do que fazendo uma retrospectiva dos quadrinhos que foram destaques em 2016? Pois é justamente isso que falamos aqui. São mais de 50 obras  de diversos gêneros mencionadas e debatidas pela equipe.

Quem avisa amigo é: ouça com lápis e papel nas mãos, e aproveite os links abaixo!

E ainda: mensagens de WhatsApp de ouvintes e erros de gravação!

Confins do Universo 029 - Destaques de 2016

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Comentado neste programa

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Edição e Sonorização

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Narração de abertura e encerramento

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Ilustração do Confins do Universo

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Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • Valdir Pedrosa

    Bom demais, pessoal! No final do ano passado, segui a dica do Naranjo e comprei as 5 primeiras edições de Tex Platinum. Gostei tanto que comprei ontem a edição nº 6, que acabou de chegar às bancas. Não me lembro especificamente em qual Confins do Universo vocês elogiaram a obra Maus. Me lembro do Naranjo ter dito que era material imprescindível para qualquer admirador de HQ’s. E aí fui atrás e acabei de receber minha encomenda da Amazon. Maus está na mão e entra agora na fila para leitura. Muito obrigado a vocês pelas ótimas indicações.

    • Pedro Bouça

      O Ministério da Cultura adverte: A qualidade dos Tex Platinum varia bastante depois dessas primeiras edições.

      • Valdir Pedrosa

        Bom saber, Pedro. Obrigado!

    • Pedro Bouça

      A 6, O Filho do Vento, tem uma lógica interna altamente questionável. Você vai perceber quando tiver lido, não darei SPOILERS.

  • Pedro Bouça

    Vocês falaram no Dredd! Obrigado! Obrigado!

    (E em Trolls de Troy, já que estamos nisso. Essa jóia parece ter passado completamente despercebida de todos os formadores de opinião do quadrinho nacional!)

    Nada de realmente significativo a adicionar. Talvez que o segundo volume de Verões Felizes é na verdade ambientado quatro anos antes, sendo portanto uma espécie de “prequela” do anterior. Aqui tem um preview em francês, que mostra também a sensacionalmente absurda HQ “Four” que o patriarca da família desenhava na época:
    http://www.dargaud.com/bd-en-ligne/les-beaux-Etes-tome-2,24383-97555808da71f6e4ab7797d06b57a5ee

    • Sidney Gusman

      Todos, não? Tanto que falei de Trolls. Naranjo, idem. Divertidíssima.

      Abraço

    • Audaci Junior

      E pelo visto, Pedro, Verões Felizes continuará assim, em ritmo de “prequela”, já que foi anunciado o volume 3, que se passa em 1962!

  • Eduardo Vienna

    Saudades desse podcast sensacional!!! Finalmente, estava na torcida para voltar logo poxa hahahahhaha. Sucesso para toda a equipe e para o site e vida longa o podcast, ao site universo HQ e aos quadrinhos é claro !!!! Abraço!!

    EduVienna

  • Rogerio Araujo Ferreira

    O Árabe do Futuro volume 3 já saiu na França e sai aqui este ano segundo a Intrínseca, realmente muito bom.

    • Sidney Gusman

      Bela notícia!

  • Sidney Gusman

    Tem muito convidado bacana na pauta.

    Abraço

  • Amalio Damas

    Não vejo a hora do programa do Morrison e você poderiam juntar Daniel Clowes e Love & Rockets, as paixões do Sidão!

  • Wilson Pereira Jr.

    Minha sugestão pra um podcast é sobre tiragem e vendas de quadrinhos no Brasil, Estados Unidos, Europa e Japão. Caiu mesmo? Muito? Pode-se comparar com vendagens das décadas passadas, fazer previsões, etc.

    • Pedro Bouça

      As informações no Brasil não são muito boas, mas é certo que as vendas de banca desmoronaram. A linha Disney, por exemplo, para a qual existem fontes fidedignas, vendia centenas de milhares nos anos 70 e 80 e hoje as revistas mal chegam a 20-30 mil – e elas vendem mais do que os super-heróis! Como em todo o mundo, tem havido uma transição para livrarias, mas entendo que só agora com a Amazon que isso começou a ser lucrativo para as editoras.

      Para os EUA os números existem e a queda foi violenta dos anos 90 para cá.

      A Europa varia mais porque “Europa” não é uma entidade única. O mercado de bancas nos países europeus essencialmente naufragou, embora a Itália continue resistindo, com quedas de venda assustadoras nas últimas décadas. Na França, o mercado de livrarias cresceu durante vinte anos consecutivos, de 1990 a 2010, e agora estagnou, mas convém notar que a estagnação foi causada pelo aumento brutal de séries vendidas, já que os best-sellers estão perdendo vendas. O número inacreditável de títulos nas livrarias francesas (em média são publicadas 5000 HQs por ano, entre novidades e republicações) tem espalhado muito as vendas, a ponto de muitos autores (que recebem de acordo com o que vendem) estarem com dificuldades financeiras.

      No Japão as vendas de revistas caíram brutalmente desde o auge nos anos 90. A única que ainda vende regularmente na casa dos milhões é a campeã Shonen Jump, que ainda assim vende algo como 40% do que vendia no seu auge. Em compensação, as vendas dos volumes encadernados andam bem altas. Uma série ainda em publicação, One Piece, é a atual campeã de vendas dos mangás, batendo sucessos do passado como Dragon Ball. A tendência parece ser das revistas de bancas morrerem e ser substituídas pelo digital, mas os volumes encadernados devem continuar. Isso também parece estar levando a um aumento na quantidade de material a cores, embora essa tendência em particular não esteja chegando no material traduzido no ocidente ainda.

      Isso serve como um apanhado do que está acontecendo do mundo até o UHQ fazer um podcast.

      • Wilson Pereira Jr.

        Serve muito satisfatoriamente, amigo Pedro. Muitíssimo obrigado pelos esclarecimentos.

      • James Howllet

        Também agradeço demais pelas informações, Pedro. Estou chocado… e triste. Passei um terço de minha vida em bancas (as outras duas foram em livrarias e lojas de discos) e ainda tenho o hábito, mas do jeito que vai… Não suporto ler quadrinhos em mídia digital (não comprem o leitor da Amazon pensando nisso!), mas reconheço a importância e me ajudou demais a voltar a curtir essa arte. Você saberia responder a respeito das perspectivas que a digitalização tem sobre o mercado de Hqs? Ajuda? Atrapalha? Enfim…

        • Pedro Bouça

          É inevitável. Não só os quadrinhos, mas todos os periódicos de banca VÃO morrer – e provavelmente ainda em nosso tempo de vida.

          O material de banca é suposto ser descartável, o digital é muito mais prático nesse sentido. E nem vou falar em termos ecológicos, para cada jornal ou revista vendido foi impresso um outro que não foi – e será recolhido e destruído. Eu já achava isso um desperdício quando não existia alternativas…

          Mas para quem gosta de papel, o material de livraria – bem impresso, com papel decente e realmente feito para durar – não deve nunca ir embora.

  • Emerson Penerari

    Mais um episódio nota 10! Foi bem legal ouvir as dicas (muitas das quais eu já li e também curti, e outras que passaram despercebidas e que irei atrás!) e, principalmente, a leitura das mensagens como a do amigo que se emocionou com o podcast da Bonelli. Pra fechar, “Brian Cavalgam” nos erros me fez gargalhar alto, porque usava esse trocadilho na época que li Ex-Machina, :) > Abraços já ansioso pelo próximo episódio!

  • Sidney Gusman

    Você ouviu até o final? O.o

    Os dois foram citados.

    • James Howllet

      Eita!!!
      É o que da escutar no Bluetooth do carro…

      Desculpe então. Vou baixar novamente.

  • James Howllet

    Hum…Vale sugestões para os próximos?
    1- Quadrinhos Disney (50℅ para Carl Barks, please!).
    2- Quadrinhos infantis (podem acrescentar qualquer subtítulo).
    3- Calvin & Haroldo.
    4- A DC na Era de Prata.
    5- Marvel e a Era Lee & Kirby.
    6- A Marvel de Jim Shooter.
    7- A Era Vertigo.
    8- Lobo Solitário.
    9- A Image Atual.
    10- Akira.
    11- Grant Morrison.
    12- Hellboy e Seu Criador Mike Mignola.

    • Pedro Bouça

      Assino embaixo no Lobo Solitário!

    • Isaura Luiza Paramysio

      Eu sou a favor de falar de Disney, justamente porque eu não gosto de Disney, talvez eu possa querer dar uma segunda chance.

  • Kanta

    Na parte de Gen foi a edição, ou atravessaram o assunto daquele jeito?

  • W.Santos

    Pessoal, não acredito que vcs não falaram em “Ardalém” do Miguelanxo Prado. Primeiríssimo lugar em qualquer lista.

  • Digo Freitas

    Escutei voltando da viagem de carnaval… Muito divertido!
    Eu confesso que também não saquei muito a do Bulldogma. E olha que eu gosto bastante de Lynch e não entendi qual a relação de uma coisa com a outra.
    As outras recomendações vou distribuir no orçamento durante o ano hahaha
    Abraços e ótimo 2017!

  • Don Ramon

    Zagor me surpreendeu, achei melhor que Tex. Outro que me deixou com vontade de ler mais foi Nathan Never, pena que nunca mais saiu nada dele por estas bandas.

  • Eu quero compartilhar aqui uma experiência com a HQ da Mônica – Força: Sem nenhum motivo, eu deduzi enquanto via o material de divulgação que o tema da HQ seria Bullying. Por uma questão pessoal, tendo a fugir de qualquer coisa que aborde esse assunto, e pelo fato do real tema da HQ ser um spoiler e, por isso, não ter sido divulgado, eu continuei achando que se tratava de bullying e… Fugi dela.
    Até que surgiu uma oportunidade para ler e… Que grata surpresa. Além de belíssima, a HQ ainda remete a um assunto que eu lembro de já ter lido numa revistinha da Mônica dos anos 80, usando inclusive reações dos personagens muito próximas ao que eu acredito que foram as da época (e, se minha memória falha, fico com a “emoção” mesmo).

  • Nano Lima

    Um tema interessante para um podcast poderia ser:
    Após a invasão dos heróis no cinema e na TV, chegou a vez dos mangás?
    Para aproveitar a onda gerada pelo Ghost in the Shell (cinema), alguns anúncios sobre uma versão norte-americana de Death Note (série), Alita: Battle Angel (cinema).