Confins do Universo 079 – Cadê o final?

Por Samir Naliato
Data: 12 junho, 2019

Nem sempre tudo que tem um início, tem um final…

Recentemente, a Salvat anunciou o cancelamento de suas coleções de quadrinhos, e isso fez a equipe do Confins do Universo relembrar outros casos em que as editoras começaram uma publicação, mas cancelaram antes do fim. Minisséries incompletas, arcos de histórias pela metade, coleções interrompidas e muito mais!

Falamos de casos antigos e recentes, obras que nunca viram seu desfecho no Brasil e outras que só chegaram ao final ao trocar de editoras. Participe lembrando de casos nos comentários!

E ainda: erros de gravação!

Confins do Universo 079 – Cadê o final?

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Participantes

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Ilustração do Confins do Universo

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Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

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  • frases_Mr.Satan

    só passando pra ver se era lobo solitário/kazuo koike. Semana que vem nois vorta.

  • ninguém

    O final de Dreadstar aconteceu, na verdade, após a derrota do Lorde Papal.
    Nesse caso, o problema maior foi Jim Starlin saber quando parar…

  • Nem ouvi o programa e já me lembrei de Transformers, da Rio Gráfica/Globo, Comandos em Ação…
    Dampyr voltou depois de mudar de editora, vamos ver até que ponto eles vão.

    • Chefe O’Hara

      Nem me fale dessa “Transformers”! A Globo parou tudo, acho que em dezembro de 88, bem no meio de um gancho (Dinamitador/Blaster ia ter que lutar por sua liberdade contra seus colegas, acusado injustamente de traição) e nem avisaram os leitores, sequer nos outros gibis da editora. Lembro de ir na banca, semana após semana, e procurar nas prateleiras por uma edição 11 que nunca viria…

      Tenho pra mim que isso pode “ter tido” (ficou feio, isso…) algo a ver com os direitos de publicação, já que, coincidência ou não, “Transformers” e “Comandos em Ação” foram interrompidas ao mesmo tempo sem aviso. Ambas eram baseadas em brinquedos da empresa Hasbro e publicadas nos “States” pela Marvel. Assim, dependendo do contrato, renovar a publicação poderia ser uma negociação tripartite Globo/Marvel/Hasbro e uma das partes deve ter ficado insatisfeita com as condições das outras pra renovação.

      Ou então era o contrário: ninguém da Globo sabia com quem tratar pra renovar os direitos e não quiseram se arriscar a continuar publicando e depois tomar uma “lapada” nos tribunais. Há casos semelhantes: lembro bem de Leandro Luigi reclamando que tiveram uma confusão dessas pra renovar os direitos da “Wizard”. E não conseguiram.

      Por fim, também pode ter sido sacanagem da Abril: se, como o pessoal disse no podcast, eles puxaram o tapete da Globo no caso do “Excalibur” da Marvel, podem ter feito o mesmo com os Transformers e os Comandos, já que eram da mesma editora.

      Qualquer jeito, foi uma lacuna que ficou nas vidas de mim e do meu irmão (êita drama…!), e tivemos que esperar por vinte anos até o advento da internete e dos P2Ps, pra baixar as edições restantes via bit-torrent…!

  • Bean

    Tem gente até hoje esperando o fim do x-factor do Peter David!

  • Vanderlei Alves dos Santos

    Uma série que foi publicada pela editora abril: The ‘nam que saiu na revista aventura e ficção e logo depois teve uma revista própria chamada conflito do Vietnã. São 84 edições e nunca foi terminada aqui.

  • WAGNER TORRES

    Das antigas agora não importam, mas a PANINI, deixou incompleto: STARMAN, LIGA DO MORRINSON, BATMAN PRETO E BRANCO, QUESTÃO, CRISE NAS MULTIPLAS TERRAS.

  • Fabio Montenegro

    Sandman – Teatro dos Mistérios……Livros da Magia……

  • Wilson Pereira Jr.

    Uma idéia original e interessante para podcast. Parabéns.

  • frases_Mr.Satan

    Lembrei de um GEN Mangá alternativo (editora abril). Batman a queda do morcego só saiu o primeiro volume. (panini)

  • Pedro Bouça

    Vamos ser justos aqui, XIII ainda é publicado na França, quando a Panini publicou, só havia aqueles que saíram no Brasil. E Isaac o Pirata não terminou lá ATÉ HOJE, o Brasil está na mesma que o resto do mundo. Culpem o Christophe Blain!

    Nausicaa na verdade tem sete volumes, hein!

    • Victor Vitório

      Com Nausicaa eu tive sorte: é um de meus mangás favoritos, então eu já tinha justamente os volumes 6 e 7 importados. A Conrad me completou a história, mas imagino a frustração dos outros leitores…

    • VAM!

      “… só havia aqueles que saíram no Brasil…”

      Bem lembrado, Pedro. Lembro disso ser mencionado no passado.

      E a propósito, tu sumiu do SubHQ, volta lá, teus comentários fazem falta.

      Abs,
      VAM!

  • Luiz Magno

    A revista Love & Rockets nunca teve um final aqui no Brasil, assim como Cripta do Terror, ambas da Editora Record.

  • Rodrigo Geraldo

    Ótimo tema. Eu me amarrava na série cômica do Mister Miracle com os desenhos do Ian Gibson que saia no formatinho da DC2000, pela Abril. Acabei comprando importado o restante da série por não ter saído por aqui (apesar de já não ser mais a arte do Ian). Hawkworld foi outra que eu gostava e saia no mesmo título. Essa não consegui o final até hoje. Outra lembrança forte foi o Ka-Zar do Mark Waid e Adam Kubert que saiu na Marvel 99, mas bem as últimas partes ficaram sem sair. Cheguei a trocar uma ideia com ele na CCXP e lembro muito da cara abismada da mulher dele quando comentei que parou logo após o confronto com o Thanos (bem na reta final). Essa ganhei de presente a versão importada de uma prima. Parabéns pela escolha do tema, pessoal.

  • Lucas Bah

    Olá meus caros.
    Saudades Sidão e Cassius como editores da Conrad respondendo aos leitores.
    Só queria comentar que Fushigi Yuugi foi lançada até o final, tenho a minha guardada aqui com muito carinho.
    Abs

    • LEONARDO BRITO SILVEIRA

      O bom e velho “Editor do Dragão”.

    • Natanael Floripes

      Também tinha essa impressão, mas não ia comentar por não ter certeza. Bom que você esclareceu.

  • VAM!

    Olá Samir, td na Paz?

    Esse foi um dos Pod’s mais originais. Bacana!

    Vagabound e Blade eu passei tudo pra frente tem tempo, mas Sanctuary guardo na estante o espaço vago pra quando o restante for retomado um dia.

    Perguntei ao Cassius, num FGQ passado sobre a JBC peitar o desafio e ele explicou justamente essa questão relatada pelo Sidney, mas também disse que não era impossível. Esperemos!

    E apesar dos fãs do Byrne serem muitos no Brasil, como lembrou o Paulo, nem eles conseguiram fazer com que Quarteto e Tropa Alfa fossem concluídos pela Panini. O Levi comentou que esse ano ou no próximo o Quarteto volta. Tomara!

    Grande abraço,
    VAM!

  • eduardo lima

    Dreadstar não continuar não é culpa da Mythos, nos states esses encadernados saem pela Dynamite que desde 2012 adia o vol 2, que provavelmente nunca vai sair

    • Pedro Bouça

      O Jim Starlin fez agora um crowdfunding para republicar a série toda em três volumes!

  • Emerson Penerari

    Fantástico como sempre! Tenho várias publicações aqui que ficaram órfãs de um final ou de uma edição no meio do caminho. Engraçado que aconteceu com algumas importadas que comprei antigamente, parece que sumiram do mercado (e aqui no Brasil saíram normalmente). Foi o caso de The TrenchCoat Brigade (Brigada dos Encapotados), Destiny (Destino: Crônica de uma morte anunciada), entre outras que agora não lembro. Mas esse período de editoras pequenas (Pandora, Fractal, Atitude, Tudo Em Quadrinhos, etc) também foi um martírio…

    Ah, Sidão, eu acho um barato ouvir o Naranjo falar “Noventiseis, Sessentiquatro”, me faz lembrar muito meus primos da ZS de sampa, rrsrsrs

    Abração e até o próximo!

    • Chefe O’Hara

      Nessa onda de séries da Vertigo interrompidas, esqueceram de “Os Livros da Magia”, que começou na antologia “Vertigo” da Abril e continuou na Metal Pesado/Tudo Em Quadrinhos/TEQ-Fractal/Atitude, primeiro alternada com vários outros (“Hellblazer”, “Preacher”, “Soldado Desconhecido”) na revista “Vertigo DC” e depois como uma minissérie em seis edições. No total, saíram 25 edições da série original, e ainda ficaram 50 por publicar. Tive que ler o resto em cópias digitais que arranjei no bit-torrent. Saudades de ti, Tim Hunter!

  • Marcello Santo Nicola

    Também fiquei órfão do SANCTUARY :-( A linha 2099 da Marvel tb foi cancelada no Brasil antes de terminar. E a coleção PEANUTS COMPLETO da L&PM até voltou a sair, mas sem as caixas agrupando dois volumes.

  • Willian Spengler

    Se bem lembro, Legião Alien teve poucos números publicados por aqui também (uma Graphic Novel, além dos dois primeiros números do vol 1 de 1984, na revista Epic Marvel, pela Abril; e cinco edições [que correspondem ao dez primeiros números do vol 2 de 1987], pela Brainstorm).

  • sergio reis

    STARMAN, até hoje no aguardo! já até importei umas singles issues e alguns TPs(não gosto de onmibus!)!o próprio editou aventou o retorno quando do lançamento de A era de ouro ano passado,más….

  • 0-Drix

    Eu espero pelo final da republicação de Flash Gordon, de Alex Raymond, pela Pixel.

    • LEONARDO BRITO SILVEIRA

      Recomendo tentar importar o terceiro volume lançado pela editora britânica Titan, que conclui a fase do Alex Raymond.

      Depois do Raymond, pra mim, já não é a mesma coisa.

  • Alexandre Viana

    Até pouco tempo atrás, várias das séries da editora Bonelli não estavam sendo publicadas aqui no Brasil, até que tudo mudou quando a Lorentz tomou a iniciativa de publicar 3 edições de Dylan Dog, a partir disso o interesse parece ter voltado, fazendo com que elas voltassem a serem publicadas aqui no Brasil.

  • Douglas Coelho

    O Terceiro Testamento eu completei com as edições da Witloof de Portugal. São gêmeas, um desavisado pensa que é da mesma editora.

  • apokoliptian !

    NARANJO ON FIRE!!! É assim que o povo gosta!!! :)

  • apokoliptian !

    DV8; Divine Right; Frequência Global; Alien Legion Vol.2; todas pela Brainstore que só eram vendidas em Comic Shops.

  • Excelente episódio, pessoal! Sobre Nausicaa, já foi comentado por mais de uma editora que os japoneses não liberam o licenciamento de jeito nenhum para o Brasil. Parece que o cancelamento da Conrad pegou super mal com os japoneses, o que é uma pena, já que esse quadrinho merecia ter seu final publicado por aqui (obviamente, com uma republicação de toda a série).

  • LEONARDO BRITO SILVEIRA

    Não, ela é concluída no terceiro volume. Tem uma continuação posterior, que é Shangai Devil, mas ela funciona como uma minissérie autônoma. Aliás, bem que podia ser lançado também.

  • LEONARDO BRITO SILVEIRA

    Bom saber!

    Isaac é uma das coisas mais maravilhosas que já li na vida.

  • Chico Milk

    O volume 4 de Bambi é praticamente impossível de encontrar, infelizmente.

  • Natanael Floripes

    Se tem um erro, tem um erro. O problema é que você parece ter um ódio obsessivo e fala como se todas as edições da Panini fossem cheias de erros, o que, felizmente, não é verdade.

  • Natanael Floripes

    O mais interessante do Marca da Estrela do John Byrne é que ele só assumiu o título para fazer pirraça com o Jim Shooter, com quem ele tinha uma rixa muito forte. Byrne saiu da Marvel por conflito com o Shooter, que era editor-chefe. Quando o próprio Shooter foi demitido, o Byrne voltou pra Marvel e pediu pra fazer o Star Brand, que era criação do seu rival, mudando completamente a orientação da história.

  • Natanael Floripes

    Um mangá que a Panini infelizmente cancelou antes do final e de que eu gostava bem é o Kekkaishi.

    • Renan Rhapsody

      Verdade, é um mangá excelente e até hoje não tiveram culhões de oficializar o cancelamento.

  • Joao Cura D Ars

    Galera, parabéns pelo ótimo programa. Obrigado por nos presentear sempre com material de ótima qualidade.
    Queria aproveitar e falar sobre Void Indigo. Foi lançado aqui no Brasil pela Abril como a Graphic Novel 10. As Graphic Novels eram estórias fechadas e, não sei porque, Void Indigo foi publicado lá, mesmo sendo uma série. Lembro que na época eu e meu irmão lemos e ficamos sem entender o que era aquilo, se tinha fim ou se haveria outra Graphic Novel. Acabamos por concluir que a estória era ruim mesmo porque não tinha fim. Só soube que estávamos errados e que tinha continuação quando vi uma edição estrangeira em um FIQ e, agora, depois do Podcast, fiquei curioso e procurei mais dados na Wikipedia.
    Vocês sabem se a ideia original era publicar toda a série? Ou se na época acharam que aquilo era suficiente? Foi muito estranho…

  • 0-Drix

    Ainda no quesito “republicações” sem final ou continuação:
    “Lucky Luke” pela editora Zarabatana;
    “Love & Rockets / Lôcas”, pela Gal Editora,
    “Corto Maltese”, pela Nemo.

    Uma série já encerrada lá fora e que por aqui não passou do primeiro encadernado:
    “Next Men”, pela Mythos.

    Um clássico, cujas republicações, nunca foram totalmente publicadas por aqui:
    “The Spirit”, pelo Will Eisner (passou pela Abril, pela LP&M e pela a Acme – colorizada – nos anos ’90).

  • José Braga

    Garra Cinzenta, publicada só a primeira parte no Almanaque do Gibi da RGE em 1977. A Conrad publicou a obra completa em um único volume, em 2011!!

  • José Braga

    Príncipe Valente pela Tudo em Quadrinhos (1999): só publicaram a parte 1 de 4.

  • ninguém

    Não parou porque Starlin não deu um fim à saga quando saiu.

  • RodoxMaru

    Nausicaa na verdade tem 7 volumes Sidão, Seton 4, e a edição “definitiva” de Dragon ball chegou ao volume 16 na Conrad, fushigi yuugi foi completado sim pela Conrad, já Dr slump ficou mesmo pelo caminho, mas está próximo de ser concluído pela panini.

  • Chefe O’Hara

    1) O “Miracleman” da Panini foi um lançamento esquisito: metade de cada edição era da história, e a outra metade era do “boneco” da edição em inglês, mostrando exatamente a mesma história sem cores nem arte-final. Se pararam de publicar por vendas baixas, provavelmente foi porque ninguém achou graça em pagar duas vezes pela mesma história. Só prestava pra ver de vez em quando qual era a versão original de algum termo na tradução. E nem pra isso, se você não soubesse inglês.

    2) Peço humildemente para fazer uma pequena correção: até onde o pessoal da Wikipédia sabe, a “Corpse Delivery” ainda não terminou lá no Japão. E olha que lá vão 17 anos desde 2002, quando começou lá. Provavelmente é porque as histórias são episódicas (feito o “Ranna 1/2”), sem muita ligação de uma com as outras, nem muita cronologia, nem “grande vilão” (embora haja vilões recorrentes).

    3) Mais uma minúscula correção: “Teatro do Mistério” (uma tradução mais literal de “Mystery Theatre”, ainda que também pudesse significar “Cinema do Mistério”) foi o nome que a Metal Pesado/TEQ/Atitude deu à série quando publicou “A Vamp”; na Abril, eles a chamaram “Sandman: Máscara do Mistério”.